A superfície de ataque vai muito além da rede

A superfície de ataque vai muito além da rede

Na Strike, falar em “superfície de ataque” não significa apenas falar de domínios, endereços IP ou contas cloud. Significa considerar cada ponto de entrada que um atacante poderia realmente alcançar, seja digital ou físico.

Mas nem todos os ativos devem ser descobertos ou testados da mesma forma.

Por isso, a Strike cobre a superfície de ataque por meio de duas camadas complementares: descoberta automatizada e testes contínuos para ativos que mudam constantemente, e avaliações conduzidas por especialistas para ambientes em que contexto, execução controlada e julgamento humano são fundamentais.

Ambas são gerenciadas dentro da mesma plataforma da Strike, centralizando as exposições para que as equipes de segurança possam entender o que está ao alcance de um atacante, o que representa um risco real e o que precisa ser corrigido.

O que é descoberto automaticamente

As superfícies de ataque mudam mais rápido do que a maioria dos inventários de ativos.

Um novo subdomínio é implementado. Um endpoint de API fica exposto. Um recurso cloud é configurado incorretamente. Surge uma infraestrutura que nunca foi adicionada à planilha da equipe de segurança.

O Live Asset Radar da Strike ajuda a identificar essa lacuna.

A partir de um ativo conhecido, como um domínio ou uma aplicação, a Strike mapeia continuamente ativos relacionados expostos à Internet, incluindo subdomínios, APIs, serviços e outras infraestruturas que podem não ter sido documentadas manualmente.

Isso permite que as equipes de segurança ampliem sua visibilidade para além dos ativos que já conhecem e identifiquem infraestruturas não mapeadas à medida que sua superfície de ataque externa evolui.

O mesmo princípio se estende aos ambientes cloud.

Ao conectar uma conta AWS ao Strike Cloud, as equipes podem mapear automaticamente ativos como instâncias de computação, buckets de armazenamento, bancos de dados e funções e permissões do IAM. A Strike avalia continuamente esse ambiente para identificar exposições como recursos acessíveis publicamente, permissões excessivas, ausência de criptografia, secrets expostos ou logging desabilitado.

Juntas, essas capacidades proporcionam visibilidade automatizada sobre um conjunto dinâmico de infraestrutura externa, ativos expostos à rede, plataformas cloud, aplicações, APIs e permissões de identidade associadas ao ambiente cloud.

Mas a descoberta automatizada é apenas uma parte da cobertura da superfície de ataque.

Algumas superfícies de ataque exigem uma abordagem diferente

Nem todos os ambientes podem, ou devem, ser avaliados por meio de scans automatizados recorrentes.

Infraestrutura interna, sistemas de identidade, tecnologia operacional, workloads especializados e ambientes físicos geralmente exigem mais contexto e testes cuidadosamente controlados.

A Strike cobre esses ambientes por meio de Pentesting e Red Teaming conduzidos por especialistas, solicitados e gerenciados dentro da mesma plataforma.

O escopo é definido de acordo com o ambiente e os riscos que a organização precisa validar. Os achados são centralizados no Vulnerability Manager da Strike junto com os resultados de outras atividades de teste, proporcionando um fluxo consistente para gerenciar evidências, remediação, retestes e relatórios.

Isso permite ampliar a validação de segurança para uma variedade maior de tipos de ativos e superfícies de ataque.

Identidade e acesso

A identidade é uma superfície de ataque por si só.

Além de mapear automaticamente funções e permissões do AWS IAM por meio do Strike Cloud, avaliações conduzidas por especialistas podem analisar controles de autenticação e autorização, permissões e possíveis caminhos de escalonamento de privilégios em ambientes de gestão de identidades e acessos.

O objetivo não é simplesmente identificar quais identidades existem, mas entender como um atacante poderia explorar relações de acesso para avançar dentro de um ambiente.

Infraestrutura on-premises e interna

Alguns dos sistemas mais importantes de uma organização nunca ficam expostos à Internet.

Redes internas, infraestrutura de rede, sistemas legados e serviços hospedados internamente podem ser avaliados por meio de projetos com escopo específico, incluindo ambientes protegidos por VPN ou que, por outros motivos, não são acessíveis a partir da superfície de ataque externa.

Isso permite ampliar a validação para além do que um mecanismo de descoberta voltado à Internet consegue identificar.

Hosts físicos e virtuais e containers

As superfícies de ataque também existem no nível dos workloads.

Avaliações conduzidas por especialistas podem ser direcionadas a hosts físicos ou virtuais e ambientes com containers quando uma organização precisa de uma validação mais profunda de um determinado sistema ou arquitetura.

Em vez de tratar esses ativos como itens isolados de um inventário, os testes se concentram nas vulnerabilidades e nos caminhos de ataque que poderiam torná-los exploráveis.

IoT e OT

Dispositivos conectados e tecnologia operacional apresentam um conjunto diferente de desafios.

Nesses ambientes, testes automatizados agressivos podem gerar riscos operacionais ou simplesmente não considerar o contexto em que a tecnologia funciona.

Por isso, avaliações de IoT e OT podem exigir testes especializados e cuidadosamente definidos, desenvolvidos de acordo com as características e necessidades operacionais de cada ambiente.

Ambientes físicos

Nem todo ataque começa com um pacote de rede.

O Red Teaming pode ir além da infraestrutura digital e incluir vetores de ataque físicos, como controles de acesso, sistemas de credenciais, cenários de tailgating e engenharia social presencial.

A pergunta é a mesma que um atacante faria: o que realmente me impede de entrar?

Uma superfície de ataque, um só lugar para gerenciar exposições

O método de teste pode mudar de acordo com o ativo. A forma como as equipes gerenciam o risco resultante não deveria mudar.

Os achados gerados pelas diferentes atividades de teste da Strike são centralizados na plataforma, oferecendo às equipes de segurança uma maneira consistente de revisar evidências técnicas, entender severidade e impacto, acompanhar a remediação, solicitar retestes e reportar exposições.

Isso importa porque uma superfície de ataque não é muito útil quando se limita a ser um inventário.

Saber que um ativo existe é apenas o começo. As equipes de segurança também precisam entender se ele está exposto, se essa exposição pode ser explorada e o que deve ser priorizado primeiro.

É aqui que descoberta e validação de segurança ofensiva se conectam.

Cobertura não é um checkbox

Atacantes não organizam superfícies de ataque em categorias de produto. Eles procuram qualquer ponto que possam alcançar.

Um subdomínio esquecido, uma API exposta, uma identidade cloud com permissões excessivas, um sistema interno, um workload em containers, um dispositivo operacional ou até um acesso físico mal protegido podem fazer parte do mesmo caminho de ataque.

Por isso, a Strike combina descoberta automatizada e testes contínuos com avaliações de segurança conduzidas por especialistas em ambientes externos, cloud, internos, de identidade, operacionais e físicos.

Diferentes ativos exigem diferentes métodos de teste. O objetivo continua sendo o mesmo: entender o que um atacante pode alcançar, validar o que representa um risco real e centralizar essas evidências para que as equipes possam agir.

Tem um ativo ou ambiente que não se encaixa nas categorias habituais? Fale com a gente para avaliar como a Strike pode incluí-lo em uma avaliação conduzida por especialistas.