Como a Telefónica passou de uma semana para um dia e meio nas avaliações de segurança com a Strike.
A Telefónica precisava de uma maneira mais rápida de executar avaliações de segurança ofensiva em equipes com diferentes níveis de experiência e uma superfície de ataque crescente. Descubra como a Strike ajudou a tornar sua validação de segurança mais ágil, acessível e confiável.

Security that drives business forward.
ATÉ
mais rápido nos exercícios de Threat Emulation.
ATÉ
menos tempo de trabalho em comparação com o processo manual habitual.
ISO 27001, SOC 2 Type II, HIPAA: 1
a segurança da informação da Strike, certificada.
A Telefónica é uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, com presença em mais de doze países e uma infraestrutura tecnológica em escala enterprise. Seu time interno de Red Team gerencia entre 10 e 15 exercícios de pentesting por semana em um universo amplo de ativos, que vão desde plataformas expostas à internet até sistemas internos críticos.
Indústria: Telecomunicações, escala enterprise multinacional.
Produto: Serviços de telecomunicações (telefonia móvel e fixa, internet e conectividade) para consumidores e empresas.
Contexto e desafios
O time de Red Team da Telefónica opera com um fluxo constante de solicitações de testes em ativos web, APIs e fluxos de autenticação críticos: entre 10 e 15 exercícios por semana. O desafio não era a falta de metodologia, mas sim a velocidade e a acessibilidade: os exercícios manuais levavam entre uma semana e uma semana e meia de ponta a ponta, e as ferramentas que utilizavam exigiam instalação complexa e perfis sênior para operar sem atritos — algo difícil de sustentar em um time que inclui estagiários e analistas em formação.
A necessidade era clara: automatizar os testes sem perder profundidade, e sem que cada exercício dependesse da disponibilidade de um perfil sênior para executá-lo.
Trabalhando com a Strike
[1] A velocidade que muda a equação
A razão de fundo para testar a Strike foi alinhar a operação de segurança à lógica de automação que a Telefónica já vinha aplicando em outras áreas do negócio.
"Aqui em segurança, pelo menos na Telefónica, estamos sempre buscando a melhoria contínua com inteligência artificial, automatizando qualquer processo repetitivo que tome bastante do nosso tempo. Quando nos falaram da Strike, com inteligência artificial, dissemos: temos que aproveitar isso."
Jean Carlo Rosas, Coordenador de Red Team na Telefónica
Essa lógica se confirmou já na primeira avaliação. A Telefónica obteve resultados equivalentes aos do seu processo manual habitual, mas em uma fração do tempo — o que normalmente levava uma semana ou semana e meia foi resolvido em 36 horas.
Essa velocidade é consequência de os testes de Threat Emulation rodarem de forma automatizada e contínua, sem depender da disponibilidade de um perfil sênior para cada exercício: o time pode disparar uma emulação, deixá-la rodar e receber os resultados sem travar sua operação diária.
[2] Plataforma acessível para todo o time
Um dos achados mais valorizados foi que a Strike democratiza a execução do pentesting dentro do time. Ao contrário de ferramentas que exigem conhecimento técnico avançado para instalação e uso, a Strike permitiu que perfis júnior operassem a plataforma de forma autônoma.
"Você não precisa ter muito conhecimento de tecnologia para conseguir fazer os exercícios. Isso é um grande apoio, porque eu trabalho com estagiários."
Jean Carlo Rosas, Coordenador de Red Team na Telefónica
Isso tem um impacto direto na capacidade operacional do time: em vez de concentrar a execução nos perfis mais sênior, o trabalho pode ser distribuído sem sacrificar qualidade nem exigir um onboarding técnico extenso.
[3] Confiança na gestão da informação
Em um contexto enterprise, a pergunta sobre onde fica a informação sensível não é um detalhe menor. A Telefónica destacou que a Strike gera uma confiança que outras ferramentas do mercado não conseguiram transmitir.
"Com essa plataforma temos a confiança de que a informação fica com vocês. E se encontram coisas, talvez não com a profundidade que um humano chegaria, mas, em geral, é uma ótima ferramenta."
Jean Carlo Rosas, Coordenador de Red Team na Telefónica
Esse ponto de confiança foi determinante frente a outras soluções avaliadas, nas quais a falta de clareza sobre a gestão dos dados gerava dúvidas sobre para onde ia a informação dos ativos testados.
[4] Processo de migração acompanhado
A migração para a nova plataforma foi realizada com o acompanhamento do time de Customer Success. O processo incluiu sessões de explicação e onboarding para diferentes perfis dentro da Telefónica: primeiro para o responsável operacional da plataforma, depois para outra pessoa do time e, por fim, para o chefe da área. Isso ajudou a resolver dúvidas durante a transição e avançar sem depender apenas de documentação técnica ou treinamento autoguiado.
"Desde o momento em que nos convidaram para a migração, desde o momento em que fizeram reuniões para nos explicar passo a passo... essa paciência que tiveram conosco. Tudo perfeito, nada a reclamar."
Jean Carlo Rosas, Coordenador de Red Team na Telefónica
Em um contexto no qual a Telefónica gerencia entre 10 e 15 exercícios de teste por semana em uma infraestrutura de escala enterprise, a Strike permitiu reduzir drasticamente os tempos de execução, distribuir a operação entre perfis de diferentes níveis de senioridade e ganhar confiança na gestão de informações sensíveis. O diferencial mais claro foi a velocidade: avaliações que antes levavam entre uma semana e uma semana e meia hoje são resolvidas em 36 horas, com resultados equivalentes e sem exigir conhecimento técnico avançado para operar a plataforma.
É assim que funciona a Continuous Hybrid Validation da Strike na prática: automação que acompanha o ritmo do negócio, sem abrir mão de confiança nem de qualidade.