Strike expande o AI Testing para infraestrutura

Strike expande o AI Testing para infraestrutura

Na Strike, nossas Threat Emulations já permitem executar testes ofensivos autônomos em aplicações web e APIs. Mas a superfície de ataque de uma organização vai muito além dessas aplicações.

Servidores, serviços de rede, appliances de borda e interfaces de administração também podem se tornar pontos de entrada para um atacante. E avaliá-los exige mais do que identificar portas abertas ou correlacionar versões de software com vulnerabilidades conhecidas.

Por isso, estamos expandindo nosso AI Testing para infraestrutura. A partir de agora, nossos agentes de IA também podem executar testes ofensivos em endereços IP públicos e privados, desde o reconhecimento até a exploração e validação do impacto.

Com esse lançamento, incorporamos uma nova superfície de ataque às Threat Emulations da Strike, mantendo nossa abordagem: não nos limitar a identificar possíveis vulnerabilidades, mas tentar demonstrar quais podem ser exploradas e qual é o seu impacto.

Do reconhecimento à exploração autônoma

Uma avaliação ofensiva não termina quando são identificadas portas abertas ou serviços potencialmente vulneráveis. Essas informações são o ponto de partida para decidir o que investigar e como avançar.

Nossos agentes de IA começam mapeando a superfície exposta: enumeram portas TCP/UDP, identificam serviços, produtos e versões e analisam possíveis vetores de entrada.

A partir desse reconhecimento, priorizam os serviços de acordo com sua exposição e impacto potencial, correlacionam vulnerabilidades conhecidas e selecionam os testes mais relevantes para cada ativo.

O próximo passo é tentar explorá-las.

Em vez de depender apenas da versão identificada ou da existência de uma CVE, buscamos verificar se as vulnerabilidades encontradas podem realmente ser exploradas no ambiente avaliado.

Isso inclui testes de vulnerabilidades conhecidas em serviços de rede e appliances, falhas de autenticação, configurações inseguras e serviços Windows expostos, entre outros vetores de ataque.

Todo o processo é executado de forma autônoma, sem necessidade de intervenção humana durante a avaliação.

Quando uma vulnerabilidade é apenas o ponto de partida

Uma vulnerabilidade isolada nem sempre revela a real dimensão de um risco. Em determinados cenários, uma falha pode permitir acesso a um serviço, expor credenciais ou se tornar a primeira etapa de uma cadeia de ataque.

Por isso, nossos agentes não necessariamente interrompem os testes após uma exploração bem-sucedida.

Quando identificam oportunidades para aprofundar a avaliação, podem encadear vulnerabilidades, reutilizar credenciais obtidas durante os testes e explorar outros serviços ou hosts incluídos no escopo autorizado.

Também podem tentar técnicas de pós-exploração para determinar até onde é possível avançar a partir do acesso obtido.

Essa abordagem nos permite avaliar não apenas vulnerabilidades individuais, mas também como elas podem se relacionar e qual impacto podem alcançar quando combinadas.

Nosso objetivo é demonstrar caminhos de ataque viáveis, e não simplesmente acumular descobertas.

Testes adaptativos em ambientes reais de infraestrutura

Nem todos os endereços IP apresentam a mesma superfície de ataque ou exigem o mesmo esforço de avaliação.

Um servidor com serviços de autenticação expostos, um appliance de borda e um equipamento com recursos compartilhados acessíveis apresentam oportunidades e riscos diferentes.

Por isso, nossos agentes adaptam os testes a cada ativo, concentrando os esforços nos serviços com maior exposição e impacto potencial e evitando dedicar recursos desnecessários a hosts sem serviços passíveis de ataque.

Com o AI Testing para Infraestrutura, podemos avaliar endereços IP públicos e privados, incluindo servidores Windows e Linux, appliances de borda, equipamentos de rede e serviços expostos por IP.

Em ambientes internos ou on-premises, os testes podem ser executados em ativos privados acessíveis por meio de uma VPN compatível.

Cada avaliação utiliza nossa metodologia de testes em profundidade e gera descobertas respaldadas por evidências técnicas, com informações sobre impacto, severidade, reprodução e remediação.

Além disso, as organizações podem complementar a execução autônoma com Human Hacking, envolvendo nossos especialistas para aprofundar a investigação de vetores de ataque e explorar cenários de maior complexidade.

AI Testing para Infraestrutura já está disponível na Strike

Com esse lançamento, seguimos ampliando as superfícies que podemos avaliar por meio de testes ofensivos autônomos.

Os usuários já podem criar Threat Emulations específicas para infraestrutura, incluir múltiplos endereços IP e configurar execuções pontuais ou recorrentes diretamente pela nossa plataforma.

As descobertas são gerenciadas no mesmo ambiente das avaliações de aplicações web e APIs, facilitando o acompanhamento e a remediação de vulnerabilidades em diferentes superfícies de ataque.

Queremos que as organizações vão além de saber quais vulnerabilidades existem e compreendam quais podem ser exploradas, como isso pode acontecer e quais são as consequências.

Para saber mais sobre o funcionamento dessa capacidade, entre em contato com nossa equipe.

‍