Pentest de aplicações web, contínuo e validado por especialistas

O pentest de aplicações web simula ataques reais contra as suas aplicações para encontrar vulnerabilidades exploráveis — controle de acesso quebrado, injeção, falhas de autenticação e erros de lógica de negócio — antes que um atacante encontre. A Strike testa de forma contínua com IA e validação humana especializada, com 97% de precisão, então cada achado que você recebe é real e comprovado.
Feito para aplicações que sobem toda semana
Times de produto que lançam continuamente, onde um teste escopado em janeiro descreve uma aplicação que já não existe em março.
Líderes de engenharia que precisam encontrar falhas de lógica de negócio e de controle de acesso, e não mais um relatório de scanner cheio de ruído para filtrar.
Plataformas SaaS multi-tenant onde o pior achado possível é um cliente alcançando os dados de outro cliente.

O que o pentest de aplicações web realmente cobre
Um pentest de aplicações web não é uma varredura com um relatório mais bonito. É uma pessoa — ou, no caso da Strike, um agente de IA supervisionado por hackers especialistas — tratando a sua aplicação como um atacante trataria: lendo como ela se comporta, deduzindo o que ela assume sobre os usuários e depois quebrando essas suposições. As ferramentas encontram classes de vulnerabilidade conhecidas. O teste encontra as que existem só por causa de como o seu produto funciona.
O OWASP Top 10:2025 é a edição vigente e a oitava da série. Broken Access Control — controle de acesso quebrado — continua no primeiro lugar, A01, seguido por Security Misconfiguration, Software Supply Chain Failures, Cryptographic Failures e Injection. Completam a lista Insecure Design, Authentication Failures, Software or Data Integrity Failures, Security Logging and Alerting Failures e Mishandling of Exceptional Conditions.
Essas categorias são a forma como os achados são classificados, não a forma como são descobertos. Duas aplicações com um achado idêntico de controle de acesso quebrado podem estar separadas por uma rota de admin esquecida ou por um vazamento completo de dados entre clientes. A categoria diz o formato do problema; só o teste diz quanto ele vale para um atacante dentro do seu produto.
Lógica de negócio. Um checkout que aceita quantidade negativa, um fluxo de reembolso que pode ser repetido, um cupom de desconto que acumula com ele mesmo, um wizard de vários passos cujo terceiro passo pode ser chamado direto, pulando os dois primeiros. Não existe assinatura para nada disso: as requisições estão perfeitamente bem formadas e a aplicação se comporta exatamente como foi escrita.
Controle de acesso em nível de objeto — IDOR e seu primo de API, BOLA. Trocar um identificador na requisição e receber o registro de outra pessoa é o achado grave mais comum nas aplicações modernas, e as ferramentas automáticas deixam passar o tempo todo, porque a resposta parece um 200 completamente válido com dados completamente válidos. Só quem sabe qual conta é dona de qual registro percebe que algo deu errado.
Encadeamento. Separadamente, uma mensagem de erro verbosa, um identificador previsível e um rate limit que zera a cada nova sessão são apenas notas de severidade baixa. Encadeados, eles enumeram todos os usuários do seu banco. Scanners pontuam achados um por um; atacantes não.
A maior parte do que hoje chamamos de aplicação web é um front end em JavaScript conversando com uma API, e a fronteira de segurança vive inteiramente nessa API. A Strike testa a aplicação como ela é de fato construída: fluxos autenticados através de front ends de página única, os endpoints REST e GraphQL por trás deles, os clientes mobile que batem no mesmo backend, e os papéis e tenants que deveriam manter os clientes separados.
Uma aplicação web que sobe toda semana é uma aplicação diferente a cada trimestre. Um teste agendado uma vez por ano descreve uma versão do seu produto que já não existe quando alguém lê o relatório. A Strike roda de forma contínua e dispara a cada mudança, então um endpoint novo é testado quando sobe, e não onze meses depois — e cada correção ganha um reteste documentado ligado ao achado que ela fecha.
Pentest de aplicações web, em perguntas
O que é pentest de aplicações web?
Uma simulação controlada de um ataque real contra a sua aplicação web, conduzida por especialistas em segurança e não apenas por uma ferramenta. O objetivo não é uma lista de fraquezas teóricas, e sim prova: quais vulnerabilidades dá mesmo para explorar, até onde um atacante chega por elas e quanto isso custaria para você.
Que vulnerabilidades ele encontra?
Todo o OWASP Top 10:2025 — controle de acesso quebrado, configuração insegura, falhas na cadeia de suprimento de software, falhas criptográficas, injeção, design inseguro, falhas de autenticação e o restante — mais as falhas que não aparecem em lista nenhuma porque são específicas do seu produto: abuso de lógica de negócio, escalação de privilégios entre papéis e vazamento de dados entre tenants.
Qual a diferença para um scanner DAST?
Um scanner envia payloads conhecidos e casa padrões conhecidos, o que o torna bom em amplitude e inútil em contexto. Ele não percebe que um endpoint devolvendo um registro válido está devolvendo o registro do cliente errado. O pentest entende intenção, encadeia achados e valida a explorabilidade. A Strike roda os dois: amplitude automatizada com validação especializada por cima.
Vocês testam SPAs, APIs e backends mobile?
Sim. Aplicações de página única, APIs REST e GraphQL e os backends por trás de clientes mobile estão todos no escopo, incluindo fluxos autenticados e cenários multi-papel e multi-tenant. Na maioria dos produtos modernos a API é onde mora o risco real, então é para lá que vai a maior parte do esforço de teste.
Com que frequência uma aplicação web deve ser testada?
Tão frequentemente quanto ela mudar. Para um produto que sobe toda semana, um teste anual cobre uma fração do que realmente chegou à produção. A Strike testa continuamente e dispara a cada mudança, então a funcionalidade nova já sai coberta, em vez de esperar a próxima contratação agendada.
Como se define custo e escopo?
O escopo é definido pelas aplicações, domínios e APIs que você quer cobrir, e o preço acompanha esse escopo como assinatura contínua, e não como taxa de projeto pontual. O setup leva menos de 5 minutos assim que as informações do alvo e os acessos estiverem prontos, e os primeiros achados costumam chegar em 1–2 horas depois que o teste começa, para escopos suportados. Fale com a gente para um orçamento com escopo.
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