Pentest para o seu relatório SOC 2

Threat emulation schedule with dates, sources, statuses, and a vulnerabilities list with severity and fix status.

O SOC 2 mede seus controles pelos Trust Services Criteria do AICPA, e o pentest é a evidência técnica que o auditor espera para mostrar que esses controles resistem a um ataque real. A Strike testa de forma contínua com IA e validação humana especializada, durante todo o seu período de observação. A Strike apoia a auditoria; quem emite o relatório é a sua firma de CPA.

Feito para o período de observação do Type II

Times de SaaS e fintech cujo negócio enterprise está parado esperando um relatório que a área de compras do prospect já exigiu.

Organizações dentro de uma janela de Type II que precisam de evidência datada do período inteiro, e não de um relatório na borda dele.

Times que querem um único programa de teste alimentando SOC 2, ISO 27001 e PCI DSS, em vez de três contratações desconectadas.

User interface with sections titled 'Strikers assigned' showing two profile pictures and their details, and an 'Export' panel with options to include Findings Summary, Assessment Updates, and Compliance Checklist, with a Download button.
[ SOC 2 ]

O que o SOC 2 pede — e onde entra o pentest

SOC 2 não é uma certificação. É um relatório de asseguração, escrito e assinado por uma firma de CPA licenciada, sobre como seus controles se mapeiam aos Trust Services Criteria do AICPA — os critérios de 2017, ainda vigentes, com seus pontos de foco revisados em 2022. Em nenhum lugar desses critérios o pentest é nomeado como controle obrigatório. Ele aparece uma única vez, como um entre vários tipos de avaliação que a gestão pode executar. Essa única menção é a razão pela qual quase toda auditoria SOC 2 inclui um mesmo assim.

[ TYPE I VS TYPE II — ONDE O TESTE REALMENTE PESA ]

Um relatório Type I descreve se seus controles estão adequadamente desenhados em uma data específica. Um Type II diz se eles operaram de forma eficaz ao longo de um período de observação, normalmente de três a doze meses. Para um Type I, um relatório de teste recente costuma bastar. No Type II o auditor está amostrando uma janela — e um único teste datado quatro semanas antes de essa janela abrir não diz nada sobre os meses seguintes.

[ ONDE OS CRITÉRIOS TOCAM O TESTE ]

CC4.1 — Atividades de monitoramento. Espera-se que a gestão execute avaliações contínuas e separadas confirmando que o controle interno está presente e funcionando. Os pontos de foco listam as opções: auditoria interna, avaliações de conformidade, varreduras de vulnerabilidade, avaliações de segurança e pentest. É um cardápio, não uma obrigação — e o pentest é o item desse cardápio que o auditor reconhece mais rápido.

CC7.1 — Detecção. Você precisa detectar mudanças de configuração que introduzam novas vulnerabilidades e identificar as recém-descobertas nos seus componentes. A varredura cumpre a letra da exigência. O teste que encadeia achados até um exploit funcionando é o que mostra quais dessas vulnerabilidades realmente importam.

Dependendo do seu escopo, os critérios de controle de acesso do CC6 e os de incidentes do CC7.2 também se apoiam em evidência de teste: controles que resistem a tentativas reais de burlá-los, e anomalias que são detectadas em vez de apenas registradas.

[ O NEGÓCIO DO OUTRO LADO DO RELATÓRIO ]

No Brasil, a maioria dos programas de SOC 2 não começa por uma meta de segurança. Começa porque um prospect enterprise nos Estados Unidos não assina sem o relatório: a fintech, o SaaS ou a empresa de meios de pagamento que quer vender lá fora descobre que o SOC 2 é a porta de entrada. É esse prazo que acaba definindo a decisão de teste: contrata-se o teste mais barato que tapa o buraco, chega um PDF, e no Type II aparece que o auditor queria evidência do período inteiro, e não um documento com uma data só.

[ O QUE VOCÊ ENTREGA AO AUDITOR ]

Escopo e metodologia, as qualificações de quem testou, cada achado com sua severidade, a data em que foi corrigido e a evidência de que a correção foi reavaliada e se manteve. No Type II as datas importam mais do que qualquer outra coisa: o auditor está checando se a sua evidência cobre a janela de observação, e não apenas as bordas dela.

[ ONDE A STRIKE ENTRA — E ONDE NÃO ]

A Strike não emite relatórios SOC 2 e nunca vai emitir — só uma firma de CPA licenciada pode. O que a Strike entrega é a evidência técnica por trás deles: pentest contínuo executado por IA e validado por hackers especialistas, com 97% de precisão e menos de 3% de falsos positivos, um reteste documentado anexado a cada achado, e uma trilha de evidência datada que dura todo o seu período de observação, em vez de parar depois de uma única contratação.

[ COMO AS OPÇÕES SE COMPARAM ]
Critério
Pentest anual pré-auditoria
Bug bounty
Strike contínuo
Evidência ao longo do período de observação
Um relatório com uma data só
Imprevisível, depende dos pesquisadores
Evidência datada da janela inteira
Tempo até o primeiro relatório
Semanas de escopo e semanas de teste
Quando alguém reporta
Setup em menos de 5 minutos, achados em 1–2 horas
Validação dos achados
Sim, pelo time que testa
Varia conforme o report
Cada achado validado por hackers especialistas
Falsos positivos
Baixos, mas com escopo estreito
Duplicados e ruído fora de escopo
Menos de 3%
Reteste de remediação
Normalmente cobrado à parte
Quem decide é o pesquisador
Incluído, ligado a cada achado
Previsibilidade de custo
Fixo por contratação, repetido todo ano
Gasto variável em recompensas
Uma assinatura previsível
[ PERGUNTAS FREQUENTES ]

SOC 2 e pentest, em perguntas

O SOC 2 exige pentest?

Não. Os Trust Services Criteria nunca listam o pentest como controle obrigatório. Ele aparece como um dos exemplos de avaliações que a gestão pode executar sob o CC4.1, junto com varreduras de vulnerabilidade, auditoria interna e avaliações de conformidade. Na prática a maioria dos auditores pede, e a maioria dos compradores que lê o seu relatório espera ver.

Type I ou Type II — o que muda para o teste?

O Type I examina o desenho dos controles em uma única data, então um relatório de teste recente costuma bastar. O Type II examina a eficácia operacional ao longo de três a doze meses, então o auditor quer evidência distribuída nessa janela. É exatamente aí que o teste anual começa a ficar curto e o teste contínuo começa a se pagar.

Que evidência eu entrego ao auditor?

O relatório, mais escopo, metodologia, qualificações dos testadores, severidades, datas de remediação e evidência do reteste. Se seus achados aparecem corrigidos e reverificados com datas dentro do período de observação, a conversa é curta.

Quando vale testar?

Antes de a janela de observação abrir, se você vai para um Type II, e depois continuamente ao longo dela. Testar só no fim deixa os primeiros meses sem evidência, e um achado crítico descoberto tarde vira uma corrida de remediação contra a data do seu relatório.

A Strike emite o relatório SOC 2?

Não. Relatórios SOC 2 são emitidos por firmas de CPA licenciadas depois do exame delas. A Strike entrega a evidência de pentest, os registros de reteste e a documentação pronta para auditoria em que esse exame se apoia.

Quanto custa e quanto tempo leva?

A Strike é uma assinatura contínua dimensionada pela sua superfície de ataque, e não um projeto de preço fechado — então o custo acompanha o escopo e os ativos. O setup leva menos de 5 minutos assim que as informações do alvo e os acessos estiverem prontos, e os primeiros achados costumam chegar em 1–2 horas depois que o teste começa, para escopos suportados — rápido o suficiente quando tem um negócio esperando o relatório.

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Testemunho

Escolhida pelas equipes de segurança que lideram o setor.

“O produto foi ótimo! A equipe foi excepcional ao lidar com nossa urgência em relação a um prazo importante e conseguiu entregar de forma eficiente, encontrando vulnerabilidades relevantes em nossos sistemas.”

Gartner 4
Gartner review, Head of Engineering, Banking

“Uma boa opção para testes ágeis, especialmente quando os prazos de go-to-market são apertados. Isso é essencial quando o ciclo de releases traz muitos novos produtos e versões, tornando difícil manter o ritmo em um modelo tradicional sob demanda.”

Gartner 3
Gartner review, Product Security Leader Cybersecurity, Hardware

“A Strike oferece pentesting contínuo para nossos recursos críticos de web e mobile. Todos os meses eles nos ajudam a validar novas funcionalidades em produção, entregando vulnerabilidades relevantes e excelente custo-benefício. Estamos muito satisfeitos com sua abordagem inovadora e focada no cliente.”

Gartner 2
Gartner review, Chief Information Security Officer, Retail

“A equipe da Strike foi rápida e entregou a solução que precisávamos. Escolhemos a Strike porque eles oferecem uma suíte de pentesting que se adapta ao nosso ritmo de trabalho em termos de velocidade e comunicação. Altamente recomendado!”

Gartner review
Gartner 1
Gartner Review, Chief Technical Officer, Banking

“Valorizamos muito nossa parceria com a Strike. Seus serviços excepcionais de testes de penetração e comunicação eficaz aprimoraram significativamente nossa segurança cibernética, garantindo a segurança e a confiança das informações financeiras de nossos clientes.”

Ozan Özgür Özyüksel
Oficial de segurança da informação, Plum

“A gestão dos canais de comunicação e a centralização das interações com a equipe tornaram a experiência muito mais ágil e eficaz. Ter tudo em um só lugar foi uma grande vantagem e nos permitiu concluir o pentest em apenas algumas semanas.”

Miguel Langone
CTO na Horizon

“Trabalhar com a Strike é extremamente importante para nós, especialmente porque eles oferecem um trabalho de qualidade em nossos produtos de forma contínua e fornecem acompanhamento constante quando se trata de gerenciar as vulnerabilidades já encontradas. Além disso, eles estão constantemente fazendo melhorias em sua plataforma SaaS para que possamos ter a melhor experiência possível. Caso tenhamos algum problema, eles nos ouvem e nos ajudam. Isso é inestimável.”

Ileana Barrionuevo
Equipe vermelha sênior do AppSec, NaranJax

“Trabalhar com a Strike foi uma excelente experiência para nós. Conseguimos criar nossos próprios pentests e alterar seu escopo a cada mês. Os Strikers são profissionais de classe mundial que nos fornecem descobertas relevantes de forma rápida e eficiente. Além disso, ferramentas automatizadas como o Phishing Monitor são realmente interessantes para nossa empresa, pois elas nos ajudam a identificar domínios falsos tentando se passar por PedidosYa.”

Eduardo Gimenez
CISO, Pedidos Ya

“Para nós no cais, a segurança é o aspecto mais importante, não apenas na superfície, mas em todo o nosso produto. Quando entramos em contato com Strike, estávamos procurando alguém que pudesse testar e encontrar vulnerabilidades em toda a nossa pilha. Estamos muito felizes por termos encontrado o parceiro certo para conseguir isso e estamos ansiosos para continuar esse importante trabalho juntos.”

Andras Hejj
CEO & CTO, Pier

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